Um Festival Coreano e algumas dicas pra vida!!!

Ontem (29/09/18) passei a tarde num evento de cultura coreana no Instituto Brasileiro de Línguas (IBL) aqui no Recife. O evento era um Festival Chuseok, que, pelo que entendi, funciona como aquele famoso feriado de Ação de Graças que a gente vê em seriado gringo com comidas típicas e família reunida. Mas não é sobre o evento em si que vim escrever, o intuito do post é registrar e dividir algumas lições aleatórias que aprendi no dia de ontem.


Vá sozinhx aos eventos de SEU interesse, ou escolha MUITO BEM a pessoa que vai convidar

Convidei duas pessoas para o Chuseok. Ambas mostraram-se animadas em conhecer a cultura coreana à princípio, but uma foi pra casa logo e me deixou lá, a outra disse estar meio indisposta, e não quis me acompanhar na oficina de culinária coreana (“muito picante”), nem da oficina de Dorama (“sala muito quente”). Logo me arrependi de ter convidado. Pedi desculpas e disse que continuaria no evento e que participaria das oficinas sozinha mesmo, porque fui lá para isso, e sabe o que aconteceu? Lá dentro, sem pretensão alguma, acabei conhecendo pessoas legais e que partilhavam dos mesmos interesses que eu, então se tem algo que aprendi ontem é que:

“A companhia pra hobbys e eventos que você tem interesse, você vai encontrar lá mesmo nesses lugares. Vá só!”

Não chame pessoas que não gostam ou que não estejam verdadeiramente abertas à ideia, porque quando a gente leva uma pessoa pra um evento que só a gente curte, a gente acaba não ficando 100% em paz já que se sente na missão de entreter a outra pessoa também. Não vale a pena. Vá só!

Ah, e nunca é demais ressaltar o fato de que sozinhx você tem mais liberdade e menos estresse: você faz seu próprio horário, pode mudar os planos, caso se perca ninguém fica enchendo o saco, e soxinhx não precisa ser fotógrafx de ninguém (sem ofensas, mas às vezes a pessoa só quer ficar de boas respirando e olhando a paisagem com uma companhia. Tipo, sem foto).

Depois de ontem, me sinto instigada a sair sozinha.

 
Por incrível que pareça, é mais fácil conhecer gente and flertar fora da internet

Eu definitivamente (?) estou abolindo da minha vida o flerte online. Não tenho mais paciência pra paquerar em chats: fingir que não sou louca, responder mensagens instantâneas, tentar tirar um foto que convença que embora não seja fotogênica eu até que sou bonitinha… O Chuseok também me mostrou que conhecer gente nova ao vivo e a cores é mais fácil (risos).

 
Saiba lidar com dias de manifestações na rua

Por coincidência, ontem também foi o dia escolhido para a manifestação do movimento #EleNao e mais coincidente ainda é que a concentração aqui do Recife foi lá no Derby, onde eu estava.

Eu tinha lido sobre isso no jornal pela manhã, mas achei que quando o evento do IBL acabasse o pessoal do protesto já estaria no centro e as vias do Derby liberadas. Calculei errado.

Deu um certo trabalho chegar em casa, na verdade cheguei só 3 horas depois. O que nos leva a última lição do dia:

“Ao sair só, leve dinheiro sobressalente, e em dias de protestos saiba identificar rotas alternativas para chegar em casa”

Sobre a manifestação: muito lindas as bandeiras e meias coloridas, muito lindo os casais homoafetivos. Muito feio os homi fazendo xixi nas àrvores.


Sobre o evento em si, o que tinha era o seguinte:

Cover de kpop

Sessão de Dorama

Goblin 😍

Comidas típicas, Karaokê, e aula de Hangul. E eu finalmente provei Pepero (biscoito coreano).


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Burra – Esforçada – Inteligente

imageImagem: Pixabay
Imagem: Pixabay

No começo do ano, quando iniciei minha busca ao primeiro emprego com a Cacheada, decidi ajudar meu tio Dário, que também está desempregado, entregando seus currículos com os nossos, já que buscamos vagas no mesmo segmento. Pra isso, precisei elaborar um currículo, e enquanto pedia suas informações para o esboço, percebi um constrangimento e uma baixa autoestima quando ele me disse que não tinha concluído o Ensino Médio nem tinha muitos cursos.

Eu acreditava que ele tinha o EM completo, e fiquei meio surpresa em saber que não, e mais do que isso, fiquei incomodada que ele, tão inteligente e criativo, estava se sentindo inferior por seu currículo. Eu tinha que fazer alguma coisa.

“E aí, tio? Queres ir atrás desse certificado do Ensino Médio? Posso te ajudar com isso!”

Como ele se mostrou disposto a recuperar o tempo perdido, eu comecei a pesquisar formas de ajudá-lo e foi quando descobri o ENCCEJA – Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, um exame que concede o certificado de conclusão dos ensinos Fundamental e Médio aos que não tiveram a oportunidade de concluir no tempo certo.

Fizemos sua inscrição, e eu lhe disse os assuntos que ele precisava estudar (a grade completa do Ensino Médio), mas se pra mim, que vi esses assuntos recentemente, às vezes custa recordar, imagina pra ele que não os estuda há muito mais tempo? Então ele me pediu uma ajuda… com matemática.

“Então, tio… aí é com Rich ou outra pessoa, porque sou péssima com números e raciocínio lógico.”

Mas Rich está em Maraca.

Vi que precisaria ajudá-lo com as matérias também, mas fiquei pensando como fazer isso se eu tinha uma péssima história com a matemática…

Tudo começou no fundamental, quando começaram a misturar a porra dos números com letras e eu deixei de ser a criança prodígio que não fez a segunda série pois já sabia fazer todas as continhas e precisou ser adiantada, e passei a ser a menina que chorava na hora da prova e que SEMPRE ia pra recuperação de Matemática. O professor era bom, eu que me enrolava mesmo, sem contar que tinha uns sabichões que respondiam os exercícios rapidão e ficavam exibindo o resultado bem alto na sala sem dar a chance da lesma aqui calcular sozinha, então a aula acabava, não dava tempo de eu tirar dúvidas e no outro dia já era outro assunto pra aprender. Raitifudê!

A escola até deu início a um reforço de matemática básica aos sábados para os que tinham notas baixas,e eu me inscrevi porque pensei que só teria gente como eu, gente REALMENTE COM DIFICULDADE, mas adivinha quem estava lá? Os sabichões alugando a atenção dos professores pra ganhar um “parabéns”, uma estrelinha, um biscoito, não sei… MINHA GENTE, SE TOQUEM. NÃO APAREÇA NO REFORÇO SE VOCÊ TIRA 10, A NÃO SER QUE SEJA PRA AJUDAR!!! Desisti do reforço e às vezes desistia da matemática (risos).

No EM foi mais tranquilo, melhorei um pouco, mas mesmo assim ainda tive muita dificuldade.

Quando o colégio acaba, a gente pensa que está livre dos cálculos, mas a verdade é que TUDO tem cálculo (até nos rins. Desculpa a piada!), não tem como fugir… No curso técnico de Logística, por exemplo, era cálculo pra todo lado, mas as piores cadeiras foram Estatística, Matemática Financeira, e Gestão de Estoques. Grande parte da turma pagou Estatística 3x. Sério! Eu, péssima com números, passei de primeira nessas disciplinas, porque todos os dias eu levava umas 2 horas pra chegar no IF, e por isso não me permitia voltar pra casa com dúvidas ou sem entender o assunto como na época do colégio. E explorava mesmo os professores, os colegas de turma, e a mim mesma, e por mais boba que fosse a dúvida eu perguntava. Assim aprendi que quando temos dificuldade em algo temos que trabalhar isso ao invés de fugir. E precisar ajudar meu tio me deu gás para voltar a estudar a disciplina que eu mais me atrapalhava.

Agarrei o desafio de ajudá-lo, apesar de minha própria dificuldade, e comecei a estudar e preparar questões pra ele, que entende rapidão os assuntos e tem sido ótimo, porque passar o pouco que sei reforça na minha cabeça esses assuntos que vou precisar pra futuros concursos, Enem, etc… Sem contar que aprendo muito com ele também.

Bom, o exame é amanhã, e estamos todos muito apreensivos! :] É isto!

O que eu quis passar com esse post, foi o seguinte:

•Se você quer, ou conhece alguém que quer, conseguir o Certificado de Conclusão do Ensino Fundamental/Médio, uma das opções é o ENCCEJA;

•Ser inteligente é MAIS do que ser bom em cálculos, entre tantas outras coisas, acho que é fazer boas escolhas. Eu não sou boa com números, mas hoje acho que sou inteligente pelo simples fato de escolher trabalhar minhas fraquezas ao invés de fugir delas. E tio Dário com certeza também fez uma escolha muito inteligente, a de ir atrás de seu certificado.

Uma coisa que tudo isso tem me ensinado é pensar que se fulano consegue, eu também consigo, pois como fulano estou com a mente sadia, tenho acesso a um livro e fulano é um ser humano normal como eu. O fato de fulano ter “jeito pra coisa” significa que ele aprende mais rápido ou sozinho, mas não quer dizer que é impossível pra mim.

Se inspire no próximo, não se sinta inferior a ele.


PolianÊ

Linha tênue

Esperar X acomodar-se;

Reclamar de tudo X nunca reclamar de nada;

Agradecer pelo que já tem X conformar-se e parar de buscar o melhor;

Ter fé X transferir responsabilidades ao universo, à sorte;

Dar o máximo de si X se matar tentando fazer o impossível… a linha é tênue.

Que medo que eu tenho de não ser ninguém. Que medo de não estar plantando o suficiente ou plantando certo. E a autocrítica esfrega todo dia na minha cara os exemplos de pessoas que fizeram mais com menos recursos do que eu tenho, e hoje têm histórias de vida inspiradoras para contar.

Ando sem concentração & sem sorte & muito ansiosa acerca do futuro… Às vezes acho que me cobro muito, mas quando olho ao redor parece que estou atrasada que dá pra fazer mais. Não consigo achar o equilíbrio.

Comparações

Imagem: Pixabay

Sempre fui magrela e minha prima sempre foi gordinha, e desde sempre os parentes fazem comparações entre nós duas. Tipo ontem…


Normalmente eu me visto com camisas grandes e largas, jeans e sapato, mas ontem fui para a casa da minha vó de saia longa, cropped, e rasteirinha “BEM MENENENHAAA” e ouvi: “Tu fica tão bem de saia longa por ser magrinha”, “Parece uma modelo”, “Tu pode usar qualquer roupa que fica bom, já ~fulana~ se coloca uma saia dessa parece uma velha, não fica legal. Muita barriga”.

Pelo que entendi esses comentários foram uma tentativa de elogio, mas não me senti elogiada… na verdade me senti mal por minha prima, com uma sensação de culpa e preocupada porque alguns destes comentários foram feitos em sua presença.

Embora a sociedade me classifique como a “magra-branca-privilegiada-que-tudo-o-que-veste-combina”, eu sei o que é se sentir complexada com o corpo, pois não sou só magra, sou MUITO magra e já fui mais magrela ainda. Hoje eu estou tranquila, mas na escola, por exemplo, eu tive muitos problemas. Eu já fiquei um tempo sem querer me cuidar, já cheguei a achar que não era desejada, já chorei na frente do espelho, já desisti de sair porque estava me achando magra demais… Não quero ver minha prima passando por isso.

A gente realmente deve ter muito cuidado com o que fala sobre o corpo de uma pessoa, porque dependendo do grau de importância que essa pessoa dá a sua aparência e a opiniões, críticas como estas podem ter consequências desastrosas. No entanto, acredito também que temos que ser sinceros ao elogiar ou ajudar com uma sugestão.

Que a gente sempre lembre que:

▪Modelo não é só a mulher magra. Há as modelos plus Sizes E ELAS SÃO LINDAS;

▪Elogiar uma pessoa colocando defeito na outra não é legal;

▪De fato, sempre há uma maneira melhor de falar algo;

▪A gente pode e deve usar o que a gente quiser.

Eu também já fui indelicada sem perceber com algumas pessoas, então hoje tento formular bem o que pretendo falar, principalmente porque sei os efeitos negativos de um infeliz comentário.


Meninas que fazem piadas de suas próprias inseguranças kkk

12: Uma música que te define?

Não Sei o que Fazer Comigo_Vespas Mandarinas

Já tive que ir a missa obrigado
Já tentei ser um homem casado
Já aprendi a fingir meu sorriso
Já fui sincero e já tive juízo
Já troquei de lugar minha cama
Já fiz comédia, eu já fiz drama
Já ouvi cada voz que me chama
Eu já fui bom e já tive má fama

Já fui ético, antipático, fui poético, fui fanático
Fui apático, fui metódico, sem vergonha, fui caótico
Eu já li Paulo Coelho, eu já escutei tudo que era conselho
Eu já preguei o evangelho
Cheguei a achar que eu era velho

Já fiz tanta coisa que nem me lembro
Do que eu era contra ou fui a favor
O que me dava prazer, hoje só me dá dor
Nunca aprendi o que é o amor

E ouvi uma voz, que diz: “não há razão
Você sempre mudando, já não muda mais”
E já que estou cada vez mais igual
Não sei o que fazer comigo

Já chorei de tanta mágoa
Já fiz tempestade em copo d’água
Já tentei a sorte na gringa, já aprendi que não tenho ginga
Eu já votei em tucano, já fui ovo-lacto-vegetariano
Insano, já fui santo e profano
Fiz na sua frente e por baixo dos pano

Já estudei teologia e não creio mais naquilo em que cria
Já sofri de claustrofobia, de teimosia e cleptomania
Já provei, já fumei, já tomei, já deixei
Assinei, viajei, já peguei
Já sofri, já iludi, já fugi, já assumi,
Fui e voltei, afirmei e menti

E com toda essa falsidade
Minhas mentiras já são verdades
Já tive de tudo o que queria,
E já me contentei com mixaria

E ouvi uma voz, que diz: “não há razão
Você sempre mudando, já não muda mais”
E já que estou cada vez mais igual
Não sei o que fazer comigo

Já fui em cana, já tive grana
Passei rasteira em muito bacana
Opinei e me equivoquei
Nunca assumi pra ninguém que errei
Sem diploma, nem salário, já fui sócio majoritário
Já escrevi tanto nome no braço
Eu já preenchi tudo que era espaço

Fui psicólogo, fui astrólogo, já fui leigo, fui enólogo
Fui alcoólatra, fui atleta
fui obeso e já fiz dieta
Já cuspi e mandei pro caralho
O lugar onde hoje eu trabalho
E agora eu só me distraio
fazendo versão de rock Uruguaio

E ouvi uma voz, que diz: “não há razão
Você sempre mudando, já não muda mais”
E já que estou cada vez mais igual
Não sei o que fazer comigo

E ouvi uma voz, que diz: “não há razão
Você sempre mudando, já não muda mais”
E já que estou cada vez mais igual
Não sei o que fazer comigo


*O título é a pergunta número 12 do meu Caderno de Confidências. Caderno de Confidências é uma brincadeira dos anos 90, que aprendi com minha mãe. Minha mãe é filha da minha avó. Minha vó é a bruxa que não conseguiram queimar. E essa parte era pra ser uma piada.

#PolianÊ

Um milho tatuado nas costas

Estávamos conversando sobre tatuagens na casa da minha avó, quando meu primo de 9 anos me perguntou porque tenho um MILHO tatuado nas costas. Primeiro todo mundo riu, quando terminaram de rir eu ainda fiquei rindo por mais uns longos minutos, porque sou retardada mesmo, e depois lhe expliquei que o que tenho na nuca é uma flor de Lótus, não um milho.

“Aaaaah, mas parece um milho descascado”

Eu ri de novo. E agora fico olhando toda hora no espelho pra conferir se parece um milho mesmo…

Honestamente, eu não sou muito fã dessa minha tatuagem não, mas gosto dela porque associo a meu irmão Thiago. Ele é quem está nessa vibe de riscar-se todo e insistiu para que eu fizesse uma tatuagem com ele.

Eu só tive alguns dias pra escolher o desenho e o local, eu nem sabia o significado da lótus e nem deixei a tatuadora terminar porque estava coçando. Foi assim. Hoje sei que a flor de lótus tem a ver com pureza do corpo e da mente, e embora goste do significado, decidi que se alguém perguntar vou responder que representa um dos vários dias legais que já tive com meu irmão mais velho. E é isto!

Feliz aniversário, Thinho! ♡

Post da tatuagem aqui.

Dia ruim ou falta de atenção mesmo?

Imagem: Pixabay – Prettysleepy2

~Pela manhã: Me arrumando e separando os documentos até que olho bem para o papel e percebo que a consulta na verdade é amanhã. Terça, 03 de abril. TERÇA, POLIANE!!! DO QUE ADIANTA UMA AGENDA SE TU ANOTA OS EVENTOS NA DATA ERRADA???

~Ainda pela manhã: Fazendo a inscrição para a isenção da taxa do Enem até que: “Número do NISS?” “Eu tenho NISS???” Marquei que não tinha, quando chego em casa acho um tal de NIT/PIS no final da carteira de trabalho que é A MERMA COISA QUE NISS. (Pode zoar, eu tô merecendo). Se isso me prejudicar de conseguir a isenção vou ficar de mal de mim mesma até o enem do ano que vem!

Como se não bastasse: Percebo que vou precisar de mais linha laranja para a encomenda da toalha de crochê de uma cliente… procuro pela embalagem no meu ateliê improvisado (porque as cores são por número, entende?)… acho a embalagem da linha preta, da verde, menos a que eu preciso. Nem a nota fiscal eu encontro. Pesquiso no site da marca da linha: “fio laranja”. MEU SENHÔ, VOCÊS TÊM NOÇÃO DA QUANTIDADE DE TONS QUE EXISTEM DA COR LARANJA??? Eu vou ter que voltar na loja e caçar o tom certo para terminar o pano. Aaargh!!!


Em outros tempos eu classificaria o dia de hoje como o famoso “dia ruim”. Então encerraria minha segunda deixando para amanhã qualquer obrigação e não tocaria em mais nada para não correr o risco de quebrar ou estragar, e minha experiência me diria para ficar na toca até que o “universo” parasse de brincar comigo.

No entanto, avaliando as situações eu percebi que tudo o que aconteceu foi fruto da minha falta de atenção. EU anotei a consulta na data errada, EU estava afobada demais com o prazo do pedido de isenção, e meu ateliê improvisado estava uma bagunça.

Eu tô chateada com tudo isso sim – aliás comigo mesma -, mas ao mesmo tempo eu tô contente que de certa forma eu acabei enxergando que os erros foram meus e não do “universo”. Quero dizer, em outros tempos a esta altura eu estaria “ai, porque nada dá certo pra mim”, mas não estou me vitimizando. Uau! Avanços!!!

Eu realmente estou me esforçando muito para cumprir minha meta de 2018 que é ver o lado positivo de tudo – não é fácil -, mas eu prezo muito pela sinceridade também, de modo que nas ocasiões em que não há lado positivo ou que eu sinto que soltar uns palavrões, me isolar, sei lá, vai amenizar eu o faço também (risos).

Agora o “ateliê” está organizado e estou tentando prestar atenção no que ando fazendo. Ah, e como diz na letra do Forfun: “até os infortúnios têm o seu valor”. Pelo menos agora eu sei meu número do NISS.

É isso.


Abração, gente que me lê!